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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

C-5 Galaxy - O maior e mais belo cargueiro militar.




O C-5 Galaxy é um avião cargueiro produzido pela empresa Lockheed Martin, e usado pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF). Em tamanho o Lockheed C-5 Galaxy só não excede o An-124 Ruslan e o An-225 Myria, da Antonov e o A380, da Airbus (os três aviões supracitados são maiores que o Galaxy). O desenvolvimento do Galaxy começou no início da década de 1960 para atender ao requerimento CX-4 (depois CX-HLS) da USAF.

O avião que saiu da fábrica da Lockheed no começo de 1968 tinha certas semelhanças com o C-141: os quatro motores ficavam sob as asas altas, a cauda era em T, a parte traseira da fuselagem era levantada, incorporando portas de carga que podiam ser abertas durante o vôo. No entanto a seção dianteira da fuselagem é bem diferente do C-141, principalmente com relação à cabine de vôo, situada sobre a parte da frente do porão de carga. Essa disposição, incomum na época, possibilitou a instalação de uma frente que se abre para cima, permitindo carregar ou descarregar volumes pelas duas extremidades do avião simultaneamente. Além disso, no caso de veículos, o procedimento de carga e descarga era unidirecional, isto é, eles se moveriam, dentro do avião, em apenas uma direção. Um tanque, por exemplo, poderia entrar pela frente (no momento do carregamento) e sair por trás (descarregamento). Ele não precisava entrar e sair pela frente. Exatamente atrás da cabine dos pilotos há uma pequena cabine para quinze passageiros; uma segunda, maior, foi instalada na parte superior da fuselagem e atrás das asas, acomodando até 75 passageiros.

Os futuros motores do C-5 Galaxy são os CF6-80C2 da General Electric. Esses motores têm 22% mais potência, o que possibilita decolagens em pistas até 30% menores. A taxa de subida também melhora (em 38%, neste caso). Além disso, o avião pode decolar com mais carga. Como esses motores também serão mais econômicos, o avião pode voar mais sem reabastecer.

O C-5 Galaxy possui quatro versões. A C-5A, que é a original, que teve de ser "refeita" pois verificou-se que as asas tendiam a rachar em determinadas condições. O C-5B foi a primeira melhoria no projeto do avião. Ele, agora, passou a trabalhar com os motores TF-39-GE-1C. O C-5C foi uma "exigência" da NASA e de outros órgãos, pois os seus equipamentos eram muito grandes. Então, o C-5 Galaxy teve o seu compartimento de carga aumentado e tornou-se o C-5C. As principais modificações foram a extinção do compartimento traseiro de passageiros, dividindo a porta de carga traseira no meio, e a instalação de uma antepara móvel nova. Já o C-5M (a versão atual) foi feita visando economia. Os custos operacionais foram, e muito, reduzidos. Além disso, a parte eletrônica do avião foi totalmente refeita, dando ao avião grande confiabilidade.

O compartimento de carga mede, em metros, 4,07 de altura, 5,8 de largura e 37 de comprimento. A sua capacidade é de, aproximadamente, 880 metros cúbicos. Isso é suficiente para, por exemplo, carregar dois M1 Abrams (embora ele não garanta total segurança no transporte de dois desses veículos, simultaneamente!), quatro M2 Bradley, seis M1126/M1135 Stryker ou seis helicópteros Apache.

O C-5 Galaxy foi, até o advento do Antonov An-124 o maior avião do mundo em capacidade de carga, tanto volumétrica quanto a por quilo. Além disso, ele era um dos poucos aviões de carga que, na época, poderiam abrir o compartimento de carga sem pousar, isto é, em pleno vôo. Para isso, ele conta com uma característica interessante: uma segunda fuselagem. Um tubo somente selado resiste muito melhor às forças que incidem sobre ele do que um não selado. Com isso, abrir o compartimento de carga em pleno pode ser perigoso. Com a adição de uma segunda fuselagem, o avião ganha um "tubo selado" permanente e isso significa que ele pode abrir o compartimento de carga quantas vezes forem necessárias, mesmo no ar.

O funcionamento de cada uma dessas fuselagens deve ser explicado. Antes de mais nada, devemos usar um exercício mentral: o Galaxy é um avião-cargueiro. Logo, ele possui componentes que trabalham com a carga e dispositivos de avião. O que sugerimos é a separação de ambos, isto é, pensar na parte "avião" independentemente da parte "cargueiro". Na fuselagem superior foram instalados (ou afixados) todos os componentes "da parte avião" (asas, computadores, estabilizadores,...) menos o trem de pouso. Como a fuselagem inferior fica mais próxima ao chão, ela recebeu os trens de pouso do avião. Já a maioria dos componentes "da parte cargueiro" (rampas, protetores,...) foram alocados na fuselagem inferior. Mas, alguns deses componentes, foram colocados na fuselagem superior.

C-17 -Globemaster III - Maior Avião Militar





O Boeing C-17 Globemaster III foi um avião de transporte tático feito pela Boeing Integrated Defense Systems, e operada pela Força Aérea Americana, Real Força Aérea e Real Força Aérea Australiana. A OTAN planeja adquirir a aeronave.



Nos anos 70, a USAF estava olhando um avião de transporte tático para substituir o C-130 Hercules. Existiam uma competição entre Boeing e McDonnell Douglas. A Boeing propunha o Boeing YC-14 e a McDonnell Douglas propunha o McDonnell Douglas YC-15. Ambos excediam as especificações requeridas, e a competição foi cancelada antes do vencedor ser escolhido.



O Boeing C-17 Globemaster III apresenta uma característica muito interessante: o trem de pouso. A imagem ao lado mostra perfeitamente como é o trem de pouso desse avião. A primeira coisa a ser notada é o fato de as portas do mesmo permanecerem abertas enquanto ele está abaixado. Isso, é estranho, pois a maioria dos aviões desse porte tem um mecanismo que permite essas portas serem fechadas com trem de pouso estendido. Além disso, o trem de pouso traseiro é formado por dois pares de rodas principais. Porém, do lado de cada roda "interna" existe uma outra roda, em posição um pouco elevada, voltada para o centro da aeronave. O trem de pouso frontal é simples, isto é, duplo. É difícil ver um avião desse porte ter apenas uma roda, mesmo no trem de pouso frontal.



Outra característica interessante sobre o modelo é a sua capacidade de abrir a porta do compartimento de carga, em pleno vôo, mesmo sem a adição de uma segunda fuselagem. Alguns aviões que possuem essa capacidade, como o C-5 Galaxy ou Antonov An-124 precisam de uma segunda fuselagem para dar a resistência estrutural que a aeronave precisa para abrir a porta traseira do compartimento de carga em pleno vôo. (Veja as páginas dos C-5 Galaxy ou do Antonov An-124 para saber a razão da necessidade dessa segunda fuselagem.) Além disso, os aviões supracitados possuem duas portas que dão acesso ao compartimento de carga, uma de proa (frontal) e outra de popa (traseira). O Globemaster III, por sua vez, possui apenas a porta de popa. Entretanto, essas portas que mencionamos são acessos para carga. Existem várias outras destinadas a permitir que humanos entrem e saim do Globemaster. Aliás, o Globemaster tem duas portas de popa, uma de cada lado, que podem ser abertas em pleno vôo, para a liberação de soldados paraquedistas que também podem ser apertas no ar.

C-17 Globemaster III.ogv

Pequeno vídeo promocional sobre o Boeing C-17 Globemaster III.



Ao lado, exibimos um pequeno vídeo promocional que mostra um pouco das capacidades operacionais do Globemaster III. Note que o Globemaster é capaz de "lançar fogo". Esse "fogo", na verdade, é uma medida de defesa que visa proteger o avião de ataques com mísseis termossensíveis. Ela funciona atraindo tais mísseis para si e, consequentemente, desviando eles do avião. Duração do vídeo: 1 min e 10 segs.

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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Pro Flight Simulator. Bom mesmo?

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Bem... hoje com o FSX Gold ou o Acel. com uma quantidade de cenários e aplicativos, como o REX (http://www.realenvironmentxtreme.com/) e o projeto Mesh (http://www.ceaero.com.br/meshxsa/dowsa.html) e aviões do mais variado free AVSIM (http://www.avsim.com/), gauges e etc. Consegui um download para testar e comparar. Postarei imagens do PRO como o site diz ser o melhor de todos e o FSX full nas configuração de ambos com a placa gráfica que possuo.

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